Porque onde está a família, há esperança.
«Escrito de forma brilhante, vívida, uma história real, poderosa e, por vezes, desconfortável, que merece ser lida e recordada. Capta de uma bonita forma a força da ligação entre pai e filho.»
Heather Morris, autora de O Tatuador de Auschwitz
Em 1939, Gustav Kleimann, um judeu de Viena, e Fritz, o seu filho de dezasseis anos, são presos...



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